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Entre a Lei, o Sistema e o Povo O Eclipse Anarético que Redefine Portugal

  • há 2 dias
  • 4 min de leitura

ECLIPSE ANULAR E MERCÚRIO RETRÓGRADO
ECLIPSE ANULAR E MERCÚRIO RETRÓGRADO

ECLIPSE SOLAR em Aquário (28°50’)

17/2/2006 


Portugal entra num ciclo de rutura estrutural com o Eclipse Solar Anular a ocorrer no grau anarético, precisamente a 28°50’ de Aquário, na Casa 9 do seu mapa.

Este não é um eclipse de ajuste, mas de esgotamento. É o fim de uma visão ideológica, jurídica e internacional que já não sustenta o país. Este evento que ocorre no eixo de crises ideológicas e legais (Casa 9 no mapa de Portugal) marca o fim de um paradigma e o início de um campo de tensão de longo prazo.


Ao formar quadratura com Urano em trânsito em Touro, na Casa 11, o eclipse expõe o conflito entre a lei e o sistema político, entre decisões institucionais e a capacidade real de governar. Alianças fragilizam-se, consensos quebram-se, e o Parlamento torna-se palco de instabilidade.


Mais sensível ainda é a quadratura à conjunção natal Lua/Urano na Casa 5. A Lua, regente da Casa 1, representa o povo português. Urano, regente das Casas 8 e 9, fala de dívida, soberania e justiça. O resultado é um choque emocional coletivo, uma reação imprevisível, criativa e intensa, onde a juventude e a expressão pública ganham protagonismo.


Este eclipse não atua isoladamente. Ele insere-se num contexto histórico maior com a conjunção Saturno/Neptuno em Carneiro. Quando a estrutura (Saturno) se funde com o colapso das ilusões (Neptuno), o país é forçado a confrontar a verdade sobre quem lidera, com que legitimidade e para que futuro.

Portugal atravessa, assim, um ponto de não retorno. O conflito entre sistema, lei e povo torna-se inevitável. O que está em causa não é apenas um governo ou um ciclo político, mas a redefinição do próprio projeto nacional.


Este eclipse tem um campo de ativação de 10 a 60 dias antes do eclipse, com temas que começam a surgir nas instituições até 6 a 9 meses depois, com padrões que continuam a se desdobrar.


A nível individual, quem tem Planetas no final (últimos 3º) dos signos fixos de Aquário, Escorpião, Touro e Leão serão mais afetados por este eclipse.


Passadas 2 semanas ocorre a 3 de março de 2026, o Eclipse Lunar em Virgem (12°54’). Este evento representa a resposta emocional social visível, após as decisões estruturais surgidas no eclipse solar. Virgem é um signo de trabalho, rotina e serviço, o que sugere ações sociais organizadas depois que as decisões políticas (17 de fevereiro) entram em campo.


A 20 de fevereiro de 2026, ocorre a Conjunção exata de Saturno/Neptuno (0° Aries). Dias depois do eclipse solar, Saturno e Neptuno se unem no grau zero de Carneiro, um evento raríssimo com impacto histórico significativo. Saturno representa a estrutura, os limites e a autoridade, enquanto Neptuno encarna o sonho coletivo, a dissolução de ilusões.

Esta conjunção reforça o tópico do eclipse, pois as estruturas que antes davam sentido à identidade coletiva já não são sustentáveis. São confrontadas e diluídas.

Há portanto entradas e mudanças de planetas que intensificam janelas de ativação.

Além dos eclipses e da conjunção Saturno/Neptuno tivemos e teremos outras configurações importantes.


Anteriores ao Eclipse:


Por volta de 4/5 fevereiro, Urano retomou o movimento direto em Touro, acelerando as crises e ruturas (Casa 11).


Em 13 fevereiro, Saturno entra em Carneiro, reforçando a natureza histórica da mudança.


Após o Eclipse:



26 fevereiro a 20 março, o Mercúrio retrograda precisamente em conjunção com o Sol natal e o Meio do Céu do mapa de Portugal, em Peixes, com revisões de política e comunicação pública. É um trânsito altamente sensível e nada banal e toca o centro da visibilidade do país: governo, discurso oficial, decisões públicas, imagem externa, rumo coletivo. Em Peixes, isso não é racional. É nebuloso, emocional, e sobretudo revelador do que foi varrido para debaixo do tapete.

Mercúrio retrógrado no Meio do Céu indica revisões forçadas do discurso institucional. Palavras ditas que voltam atrás, declarações contraditórias, documentos revistos, estratégias comunicacionais que falham. Há algo no que se disse ou foi prometido que precisa ser reavaliado porque não corresponde à realidade.


Mercúrio em Conjunção com o Sol não passa despercebido, pois há exposição. O que estava confuso vem à luz, mas de forma desconfortável. É um momento de ofuscamento temporário, com dificuldade em ver de forma clara. Em Peixes, pode haver tentativa de diluir responsabilidades, usar linguagem vaga, ou apelar à emoção em vez de aos factos.


Entrada na Casa 9

A revisão desloca-se para o plano ideológico, jurídico e internacional, catalisando questões legais, tribunais, Constituição, relação com o estrangeiro, UE, tratados, ensino superior, imprensa internacional e narrativa moral do país.

 

Mercúrio retrograda no ponto mais alto do mapa, em signo de água, enquanto o país vive um retorno de Saturno com Neptuno. Isto fala de fim de ciclo discursivo, pois já não dá para sustentar ilusões com palavras bonitas. Não é um trânsito de ação rápida. É um trânsito de desmascaramento silencioso, revisão profunda e preparação para uma viragem que só se consolida depois.


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